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#SemanaEsther: Fundação Make-A-Wish

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Quem já leu “A Culpa É Das Estrelas” ou “A Estrela Que Nunca Vai Se Apagar”, provavelmente, ouviu falar sobre a Fundação Make-A-Wish:

A maior parte da animação em nossa casa está por conta do iminente evento da Make-A-Wish. Nossa família e seis amigos especiais da Esther vão ficar em um hotel em Boston de 1º a 5 de julho. As atividades incluem um almoço em um passeio de barco, a visita de uma celebridade (!), uma maratona de filmes do Harry Potter, um show, jogos, vista do sétimo andar dos fogos de artifício no rio Charles e mais! A Esther está EXTREMAMENTE animada…!

(Lori Earl, A Estrela Que Nunca Vai Se Apagar)

A Make-A-Wish é uma fundação internacional que tem como objetivo realizar desejos de crianças com doenças graves. A missão da fundação é realizar sonhos, fazendo com que a criança tenha um pouco de felicidade a amor num momento difícil da sua vida e que assim tenha forças para combater a doença.

Para nenhuma criança é simples ter uma doença séria como o cancêr, por exemplo. Ter sua vida limitada tão cedo é um choque. Sendo assim, a Make-A-Wish leva esperança a essas crianças, mostrando como as coisas são possíveis quando se acredita. É uma maneira de despertar corações e seus sonhos.

A Fundação Make-A-Wish começou com um garoto chamado Chris Greicius, que tinha o sonho de ser um oficial da polícia. Esse primeiro desejo é contado na página da fundação:

 Durante toda a sua vida, Christopher James Greicius sonhou em ser um oficial de polícia. Mas ele jamais poderia imaginar que seu desejo seria a inspiração para a maior organização realizadora de desejos do mundo. A fundação Make-A-Wish Foundation® traça o seu início ao desejo de um garoto.
Em 1980, o menino de 7 anos Chris Greicius estava em tratamento de Leucemia. Todos os dias, ele sonhava em se tornar um policial.
O oficial de alfândega Tommy Austin era amigo de Chris e sua mãe, Linda Bergendahl- Pauling. Ele prometeu a Chris uma carona em um helicóptero da polícia. Quando a saúde de Chris começou a piorar, Austin entrou em contato com Ron Cox, um oficial do Departamento de Segurança Pública do Arizona e planejou um dia que iria melhorar o astral de Chris.
No dia 29 de Abril de 1980, Austin e um grupo especializado em cuidados especiais iniciaram o dia de Chris com um tour pela cidade com o helicóptero do departamento, que o levou para o quartel general. Três patrulheiros e um oficial motociclista o cumprimentaram antes do encontro com a tropa do Departamento de Segurança Pública (DSP). Lá, Cris fez o juramento como o primeiro patrulheiro honorário do DSP da história.
Mas sua experiência não parou ali. Cox constatou a empresa de fardas John’s Uniforms, que concordou em fazer um uniforme especial para Chris. O dono da loja e duas costureiras trabalharam a noite toda para criar o uniforme. Os oficiais apresentaram a farda oficial para Chris no dia primeiro de Maio e programaram um teste de motociclista para que ele pudesse receber seus pins em forma de asa para colocar em sua farda. Chris passou no teste com ótimas notas em sua motocicleta operada com bateria.
No dia 2 de Maio, Chris estava de volta ao hospital. Ele pediu para arrumarem o quarto de uma maneira que sempre pudesse ver seu uniforme, seu capacete de motociclista e a boina de campanha. O oficial do DSP Frank Shankwitz apresentou ao Chris suas asas de motociclistas. Ele as aceitou com um sorriso que iluminou o quarto.
No dia seguinte, Chris veio a falecer, mas não sem antes ter visto seu sonho se tornar realidade e experimentar a esperança, a força e a alegria de ter um desejo seu realizado.

A Make-A-Wish é uma das fundações mais lindas que já vi. Sempre que penso nela me emociono. São pessoas que fazem o bem para crianças cuja esperança estava perdida. É uma maneira de cultivar o amor e a alegria. É lindo ver que ainda tem gente no mundo preocupada com os outros. É um dos motivos pelos quais eu continuo acreditando na humanindade.

sadj

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#SemanaEsther: Os gostos da Esther

Umas das coisas boas de ler o diário de alguém é que nós ficamos sabendo dos seus gostos mais particulares. Do que a pessoa gosta ou desgosta. E com a Esther não foi diferente!

Gosto de muitas coisas. Gosto de livros, livros com mensagens, mas com humor, ou histórias em quadrinhos. Gosto de filmes, principalmente romances clássicos e comédias, mas gosto dos artísticos e estranhos também. Gosto de música, coisa indie, mas não gosto de gostar de músicas das quais as outras pessoas gostam. [..]  Gosto do silêncio, quando posso ficar parada, e então só fico parada e não faço mais nada. Gosto de vasos de flores que parecem arrumadas sem esforço, todas espalhadas igualmente. Gosto de muitas coisas.

(Esther Earl, A Estrela Que Nunca Vai Se Apagar)

Um dos pontos que eu mais ressalto no livro “A Estrela Que Nunca Vai Se Apagar” é que não é um daqueles livros dramáticos sobre o câncer. É uma história triste, é claro. Mas o livro é sobre a Estee, e eu não consigo enxergar tristeza nela. Ela é divertida e gosta de coisas divertidas. Pude observar isso também no seu gosto musical.

A Esther é bem parecida comigo quando o assunto é música: também sou apaixonada por indie e gosto de ter um estilo musical diferente. Ninguém gosta das músicas que eu gosto e isso me deixa alegre.

Lendo “A Estrela Que Nunca Vai Se Apagar” achei uma lista de presentes de natal da Esther, e nela estava um CD de Matt and Kim, que eu ainda não conhecia. Resolvi ouvir e agora estou amando.

Ainda com o coração borbulhando, resolvi fazer uma playlist no post de hoje. Com as músicas do Matt & Kim. Como a Esther gostava.

Daylight: 

It’s Alright:

Tonight:

Let’s Go:

Eu amei todas essas músicas que coloquei aqui. E elas servem para conhecer um pouco mais sobre a Estee. A música é essencial para mim e, numa semana sobre a Esther, eu não poderia deixar de falar sobre a música na vida dela. E o bom da história, para mim, foi que o gosto musical dela é compatível com o meu.

sadj

Outros blogs participantes da #SemanaEsther:

Nossos romances adolescentes

Sem serifa

Hey, Random Girl 

Collin´s Calling

Brincando com livros

Livros e vagalumes

Ponto e pula linha

Nem um pouco épico

Eu insisto

 

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Blog novo… De novo.

Ano novo, vida nova, blog novo e vontade velha. Pois é, assim mesmo. Faz anos que tento ter um blog. Desde os 12, quando descobri esse universo fantástico de gente legal escrevendo sobre suas próprias vidas e sobre coisas interessantes. Hoje tenho 16 e estou aqui com o meu mais novo projeto. É preciso ficar bem claro que esse não é o primeiro que crio: já perdi a conta das vezes em que procurei um hospedeiro no google e coloquei meu sonho em prática. Ou pelo menos parte dele.

O fato mesmo é que eu nunca consigo dar continuidade: eu arrumo um nome legal, deixo minha página com uma cara bem fofa, mas na hora do primeiro post eu gelo. Bloqueio criativo. Falta do que falar. Ou qualquer outra maneira de descrever. Eu simplesmente não consigo passar de algumas linhas.

Há outro fato que me incomoda quanto ao meu blog: sobre que merda eu vou falar? Minha vida é totalmente desinteressante; eu não tenho uma câmera para fazer fotografias bacanas; eu não ando na moda e muito menos sei fazer tutorial de decoração.

“A bagunça da minha cabeça é gigante e ela não me deixou ter um blog.”, pronto. Uma boa desculpa para dar aos meus filhos caso eles perguntem sobre. Sem falar que é um bom motivo para matar o meu sonho de ser uma blogueira anônima como nos filmes.

É triste mas é verdade: eu não sei organizar meus pensamentos e ser criativa quando tenho que ser. A prova são os meus tantos blogs abandonados. Daqui a alguns dias esse entra para a lista.

Essa sou eu. Esse é o meu post sobre blogs. E esse é meu blog sobre nada.